Potência para atletas amadores

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JoaoPauloSaraiva
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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por JoaoPauloSaraiva »

Pioneer Electronics lançou seu segundo medidor de potência em menos de um ano. Pioneer - sim a mesma eletrônica Pioneer que fizeram o som do carro e os equipamentos de DJ em quase todos os concertos de música de dança eletrônica - lançou o seu medidor de potência no ano passado, mas já está substituindo a primeira geração com um modelo totalmente redesenhado.

A versão Shimano Dura- Ace do medidor será vendido por U$ 1850 , e o Ultegra $ 1.550 , tornando o pedivela Pioneer Athlete-Lite muito menos caro do que os modelos comparáveis SRM e um pouco menos caro do que a SRAM Red Quarq .

Os novos modelos 2014 Pioneer Athlete-Lite estara disponível em março no mercado norte-americano.

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Bahia
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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por Bahia »

Pessoal, fiz uma postagem no Face, curtida e comentada por alguns usuários do fórum, que resolvi colocar aqui como forma de manter o histórico, pois fora bem produtiva e com divergentes e consistente opiniões sobre uso dos powermeters e as formas de percepção do esforço:
Facebook Bahia escreveu:Daniel Bahia
15 de abril às 22:24 · Conselheiro Lafaiete ·

Percepção de esforço, feeling..."Terpstra's Paris-Roubaix winning ride then. He covered 255.2km in 6hrs 9mins 7secs, quite a staggering pace. The race was a fast edition, with good conditions, although his average speed of 41.5km/h was some way shy of the fastest ever edition of the race, that crown is held by Peter Post who in 1964 averaged 45.129km/h. Terpstra wasn't using a power meter so there is no power data which would be fascinating. A lot of riders simply race on feel in a race like this."


Gustavo Astolphi Quando eu falo isso agem como se eu fosse um ignorante

Flávio Maia Power meters are gay! hahahahahahah

Felipe Botelho Gold!

Italo Rossi Fuck the power meters

Daniel Bahia Powermeters são, sem dúvida, a melhor forma de medir esforço. A vantagem é um controle muito preciso do estimulo, a desvantagem é a obsessão e a amarra aos números que o equipamento te dá. Mas se quer evoluir, use-o para treinar, correr nem tanto, mas treinar com medidor de potencia é outro patamar.

Gustavo Astolphi Não tem jeito melhor de aprender percepção de esforço do que com o PM.

Hugo Pradoneto Daniel Bahia, na verdade os powermeter NUNCA vao funcionar contra nós mesmos, salvo se deixarmos e ficarmos afficionados e focados nos numeros e ainda mais nos comparando com a potencia dos atletas profissionais. Análises dos numeros do medidor de potencia nao deveriam ficar com atletas auto-didatas e sim com profissionais altamente capacitados para fazer a análise e fazer ou nao alteracoes no regime de treino. Se eu fosse o Nick, com toda estrutura e qualidade na percepcao de esforço que ele nao deixaria de usar todos os melhores coaches do mundo para analisarem a potencia de cada treino e competicao dele! Com certeza esse atleta, mesmo tendo vencido essa prova está em desvantagem em relacao a outros pros e equipes que usam powermeters. Na verdade considero uma desvantagem enorme um atleta, amador ou profissional não ter um powermeter! Eu já venci provas por conta da dosagem perfeita do esforço baseado na leitura do meu powermeter. Mesmo esse atleta tendo vencido, isso nao o classifica como o melhor e tao pouco com as melhores técnicas de treinamento e ferramentas de monitoramento. Com o medidor de potencia a percepcao de esforço de cada atleta se torna paupável! O mérito da vitória nao é por percepcao de esforço mas pelo ataque na hora certa desse atleta. Se um atleta profissional nao tem percepcao de esforço top de si mesmo ele nao está na corrida e nivel de competicao certos. O cancellara por exemplo fez uma prova taticamente perfeita também, pois, ele sabia que teria que ir para o sprint pois tinham 2 times com 2 atletas nesse pelote de 11. Te garanto que ele fez bom uso do powermeter dele para chegar a essa conclusao. Ai ele foi para o sprint e perdeu para o unico "sprinter" desse bunch. 12 podios nos ultimos 12 monumentos é algo gigante( with a powermeter). Agora com um medidor de potencia nos começamos a ter uma nocao maior do que nossa percepcao de esforço é de fato e isso para um amador é o ouro, pois ele otimiza tudo que pode otimizar. para quem nao curte se dopar também, o medidor de potência é ultra-super importante para otimizacao generalizada de tudo que envolve evoluir na bike. Em provas longas como a Paris Roubaix e Big Biker ou Brasil Ride por exemplo, ter um medidor de potencia pode salvar o dia, além é claro de ensinar os ciclistas seus pontos fortes e fracos e de mostrar ao seu coach o que e quanto deve estar no menu de cada atleta. Percepcao de esforço sem medidor de potência é igual a ter medidor de potencia sem ter a sensibilidade de ter boa percepcao de esforço de si mesmo! Seu coach precisa saber o que a sua percepcao de esforço de 8 quer dizer Daniel rsrsrs, se nao o que é percepcao de esforço de 8!?!?! Estamos em 2014 e nao 1420!

Daniel Bahia Coach, the legend! Ponto final né... Boa Hugo Pradoneto!

Flávio Maia Olha, eu concordo com tudo o que disseram mas ao mesmo tempo... Discordo também, por mais paradoxal que seja. Já citei aqui uma entrevista que li há muitos anos com o Mark Weir, que pode não ter sido o campeão americano de mtb, mas ainda chuta muitas bundas. Disse ele que no começo da sua carreira fazia intervalados, usava monitores, etc e, depois, passou a não ligar para mais nada disso e, pior, fazer treinos completamente desestruturados. Hoje não treino mais e, para dizer a verdade, pouco pedalo, mas não posso deixar de dizer que na época dos treinos estruturados (e monitores cardíacos), tudo isso me dava motivação. Mas é porque sempre fui obsessivo... O problema é que após alguns anos, aquele pedal "estilo academia de musculação" começou a me torrar o saco e foi um (disse um...) dos motivos para meu burnout. No final das contas, por incrível que pareça, fazendo um retrospecto das minhas andanças pelo mtb competitivo, que começou ainda no ano de 1990, eu me dei "melhor", psicologicamente falando e mesmo com resultados, quando treinava de forma totalmente desestruturada e sem qualquer tipo de monitor (quando parei de pedalar, diga-se, só havia o SRM e de forma incipiente). Mas resumo. Não quero dizer que todos os instrumentos e técnicas sejam criticáveis. Não, de modo algum. O Hugo mesmo que participou acima - que não conheço pessoalmente, mas sei da capacidade profissional - é um excelente treinador que usa todas as técnicas a sua disposição. O que quero dizer é que nem sempre o ciclista tem nos seus objetivos um treino totalmente estruturado e com aparelhos e nem por isso ele deixará, quiçá de mostrar deu melhor potencial. O post inicial mostra isso, já que num passado não tão distante, monitores eram apenas peças de ficção. E há pessoas que não gostam mesmo, por índole, de certos tipos de treino. Tomo a liberdade de citar aqui o cara que foi meu parceiro de treinos durante quase uma década, o Lucas Moreira. O Luquinhas já chutou muita bunda de pessoas nas corridas e hoje, apesar de não mais competir, ainda chuta. Perguntem para ele quantas vezes na vida teve saco de fazer intervalados? O negócio dele foi sempre pedalar, e de forma brutal. Mas com diversão. E acho que a psicologia da diversão o fez pedalar tão bem nesses anos todos.

Gustavo Astolphi Eu treino com PM, me divirto pacas treinando e correndo e o dia que me encher o saco eu largo tudo, mas duvido que vá encher, to assim há 5 anos e só me empolgo mais em treinar e competir.

Lucas Moreira Falou e disse, Flávio Maia, sobretudo quando se trata da pratica amadora. O pedal "for fun" sempre foi a minha meta, ainda quando efetivamente treinava. Optava, por exemplo, ao invés de fazer um intervalado massante, fazer uma trilha mais técnica com sobe e desce, perdidas clássica, por exemplo, sem passar nas curvas de nível. Sempre pensei com meus botões que assim estaria, também, aprimorando técnica, afinal o MTB sempre foi a minha meta, diga-se, naquela época, o XC, nunca me interessei por maratonas de estradão, talvez pelo estilo de pilotagem mesmo. Mas confesso que já até tentei treinar com planilhas, acho bacana quem consegue, mas definitivamente não é minha praia. Pedalar, pelo simples prazer de pedalar, esse sempre foi o objetivo, ainda que de modo competitivo.

Bruno Moterani Costa Reis Eu treino com PM e tenho bom acompanhamento, além de ter estudado muito e acho que ele é só mais uma ferramenta para ajudar. Percepção subjetiva de esforço é o que realmente interessa em uma corrida. Dando um exemplo: eu treino de madrugada, com a temperatura ambiente e corporal mais baixa do que quem treina na parte da tarde. Só isso já é uma implicação gigante. Se eu for para uma corrida que larga as 10 da manhã e tentar aplicar a mesma potência dos treinos, vou ficar pelo meio do caminho. Na minha humilde opinião, não existe um medidor para as coisas, mas um conjunto deles.

Bruno Moterani Costa Reis E concordo com o Lucas Moreira quando ele fala que a cabeça precisa ser treinada também. Se você não colocar diversão e descanso nela, vai chegar na corrida mentalmente desgastado e isso é mais uma peça do conjunto a ser avaliado.

Daniel Bahia Falando da fisiologia Montera, eu aplico maiores potencias nas temperaturas mais altas e tambem treino de madrugada, no meu caso, se corro base no ftp, tenho boas chances de me dar bem em largadas 10 da manha.

Ricardo Tokunaga Não acho nada estranho, não treino como deveria, mas se eu fosse um competidor sério tenho certeza de que treinaria com PM. É a mesma coisa que treinar em academia como por exemplo colocar 40Kg para fazer 3 séries de 10 repetições no supino, vc pode treinar colocando o peso que achar necessário pela percepção mas é bem provável que vai perder o parâmetro. Agora treino é bem diferente de competição. Até pode ser útil , mas não é tão necessário quanto no treino na minha opinião.

Flávio Maia Vocês estão parecendo dois lagartos de sangue frio com essa prosa. Ha ha ha ha juro que imaginei os dois depois de uma feijoada deitados sobre uma pedra quente para fazer a digestão! Ha ha ha. Moterossauro

Hugo Pradoneto Bruno Monterani Costa Reis o banco de dados de todos os seus treinos e competicoes com powermeter te dao um "ball park" de quais numeros você pode ou nao usar em treino e competicao, a 4graus ou 42 graus, altitude ou sem altitude, cedo ou tarde.... O ponto principal desse assunto, pelo que eu entendi nao é questao de pedalar for fun ou nao, mas se devemos pedalar apenas por percepcao de esforço ou se apenas ficar "presos" pelos numeros do PM. Meu ponto é que temos a chance de ter o melhor dos 2 mundos! A bike é FUN em geral, ponto final, e se a pessoa souber usar o PM de forma correta ele literalmente se torna um video game de gente grande que gosta de andar de bike! É a maior curticao do mundo ter o PM e saber seus numeros, correlacionar numeros baixos com situacoes fora da bike e numeros altos também. É o auto conhecimento explicito, em números e como isso tudo é um grande quebra cabeça, nada simples, a percepcao de esforço, e o medidor sao apenas 2 peças cruciais! . Eu acho que no fim é como as pessoas usam o PM junto ou nao com percepcao de esforço. Um auxilia o outro e cada vez mais no pelotao internacional o uso do medidor se mostra critico a ponto de alguns sugerirem a proibicao do mesmo em competicoes. Eu nao concordo com o termo FOR FUN, uma vez que, eu tenho imensa diversao em pedalar com a rigorosa disciplina, dedicacao e especificidade que sao um MUST para quem quer evoluir. Aliás se me arracarem a disciplina, dedicacao e aprendizado com todo o sofrimento que tive em cima da bike, isso sim é tirar a minha curticao, entao o termo FOR FUN é bem relativo. Treinar controlado nao é um sacrifício. no final tudo isso depende do ponto de vista e onde cada um deseja chegar. Eu quero chegar cada vez mais longe, quero extrair o meu melhor e só essa situacao já me lança para ter esse tipo de atitude para outras coisas na vida além de plena saúde. Por falar em saúde o PM com um bom acompanhamento garante que esse atleta possa competir em competicoes extremas e longas e manter um padrao de saude e qualidade de vida melhor do que qualquer ser humano. Muitas vezes pedalar "for fun" e sem um minimo de controle pode nos levar a desgastes pré-maturos, lesoes, e ai sim tirar toda a graça da brincadeira. Bruno, quando você menciona burn out psicologico o medidor também "deu um jeitinho" para isso rsrsrs. Com o auxilio das análises dos numeros que ele gera podemos controlar o stress de treino dos atletas e recuar quando devemos e acelerar quando devemos, certicando assim que esse atleta nao só entre em pico nas provas que quer mas que esteja saudável, em forma para brigar em qualquer competicao ou pedal entre amigos e nao ter burn out, ever! Para quem quer otimizar sua experiencia na bike para andar melhor com os amigos no final de semana, ter um rendimento melhor em competicoes ou ganhar um mundial é uma ferramente muito bacana e principalmente FUN. É um foco nosso aqui na OCE tentar educar ao maximo nossos atletas quanto a aprender a se divertir com o que se ve na tela do PM, usufruindo de valiosas infos que ele tem para oferecer também. Aliada a percepcao de esforço que muitas vezes vai ser ensinada e mais exata com o auxilio do próprio medidor é uma combinacao optima.! Como falei nos ajuda no próprio auto-conhecimento.

Cassio Vallinotti PM to go to the bakery! PM for fun, for racing, for training and so.

Bruno Moterani Costa Reis Hugo Pradoneto é isso aí! O "for fun" é o mais subjetivo de todos os indicadores! Concordo também com a questão do PM ter mudado a maneira que eu treino e ter me dado um conhecimento tal do meu corpo que eu não achei que seria capaz de entender. Talvez estejamos focando coisas diferentes. Concordo com você que numa prova de speed o PM ajude demais, mas eu me refiro mais ao MTB, especificamente XCO. Você acha que essa galera vai acabar usando PM nas provas? Acho que se usarem vai ser mais para analisar dados depois da corrida do que para realmente controlar ritmo.

Bruno Moterani Costa Reis Um outro ponto é quanto à questão do peso das bikes. Você acha que se as speed não tivessem limitação de peso essa turma ia andar com medidor de potência?

Daniel Bahia Bruno Moterani Costa Reis, tenho um raciocínio parecido com o seu para provas de XCO, e é nesse ponto em específico que o feeling te ajuda. Em relação ao peso acho que eles usam tantos artificios para pesar a bike, minha Foil com SRM e todas as peças stock está com 6300. Se eu carregard um pouquinho nas peças leves ela cai pra 5 alto. Isso a Foil que é peso medio, numa peso pena, tipo SuperSix Evo ou Addict fica na casa de 5kg/baixo, com SRM. E honestamente, bike nesse peso é muito leve, parece que vc está flutuando.

Hugo Pradoneto Daniel Bahia e Bruno Moterani Costa Reis A questao de usar SRM(digo SRM porque nenhum outro medidor para MTB funciona) em provas de XCO é importante pelo fato de nao necessariamente vc se monitorar mas agregar dados para serem usados depois. É com o uso do SRM comigo que consegui acumular importantes informacoes para personalizar ao extremo o treino de atletas que querem correr bem em Araxá por exemplo. Dá para se saber qual tipo de torque, cadencia, FC, velocidade, rpm de cada topesinho no percurso. Então o SRM mesmo que usado com uma fita isolante em toda sua tela, ou sem o atleta olhar, que é impossivel olhar tela dessas ferramentas em XCO, ou seja, via percepcao de esforço, ou força bruta até cair para o lado rsrsrs, depois os dados sao importantes em tantos sentidos que dá para escrever um livro só sobre todos os tipos de análises que um simples arquivo de uma prova de XCO pode gerar. Uma coisa bacana do WKO é o quadrant analysis aonde você vê quantos por cento em cada quadrant analysis o atlteta é obrigado a ficar e personaliza os treinos baseado nisso. Eu acho que o uso do PM vai muito além de comprar um, enfiar na bike e ficar robotizado, por isso que eu acho que depende de como cada uma está usando essa ferramenta. Uma coisa está provado, quem compra um PM, lê o livro do Hunter Allen e acha que é isso, está totalmente limitado quanto ao uso da ferramenta. Tem que "think outside the box", usar infos de fisiologia e principalmente muita experiencia na prática. Hunter Allen nao é Jesus, e para aprender a realmente usar o PM algumas milhares de horas usando a ferramenta e algumas milhares de analises e acumulos de treinos sao necessarios! Se a gente consegue por a percepcao de esforço junto com o uso do PM, isso é o ideal. Essa é uma das busca quando começamos a usar o PM, alinhar a nossa percepcao de esforço com os numeros de uma ferramenta altamente precisa, altamente precisa digo em termos de SRM!

Luciano Santalucia Ae Bahia, paga mensalidade dobrada esse mês na OCE, Huguinho deixou um estudo acadêmico no seu post.

Hugo Pradoneto É Daniel Bahia apaga as informacoes ai rapido. Luciano Santalucia, esse Daniel nao é bobo nao

Henrique Ferreira Pires Plagiando: PM to go to the bakery! PM for fun, for racing, for training and so.
Tenho vários experiencias que reafirmam o benefício do SRM, Com ele a percepção do esforço fica muito mais acertivo, mesmo não estando bem em uma prova ja consegui chegar em boa posição por causa da análise de dados durante a prova, ja me fudi por não analisar o dado como deveria. meu cansaço/descanso é olhado de mais de perto e consequentimento a saúde agradece.
O único porem do SRM é quando por alguma razão o imã solta e você fica sem a informação durante a prova/treino, neste momento você fica bem perdido sobre o esforço. Hoje o garmin acabou a bateria e o Nuno estava do meu lado com o PM, mesmo eu tentando manter um esforço médio estava nítido como estava completamente perdido. Os fabricantes de PM deveria estudar um solução melhor para o ima; Acho que com XX1 ja vai ajudar bastante.
O for fun concordo muito com Hugo, cada um tem o seu. Temos feito muito pescaria usando a potencia e analisando quem está tentando escapar. Isso é uma diversão garantida!
Se o PM pesasse mais umas 500 gramas ainda sim acho que valeria a pena!

Luiz Gatti To penando com o imã do meu quarq

Daniel Bahia Esquema do ima eu resolvi com durepoxi a vontade e uma blacktape por cima de backup. Alem disso, deixei o maximo fora da zona de queda de corrente, entre o seattube e o chainstay.

Luiz Gatti Mas o quarq é mais chato de achar a posição ideal do imã.

Henrique Ferreira Pires Ou seja Bahia, gambiarra. Ainda não existe uns solução ideal e profissional. Por isso algumas vezes ficamos na mão.

Daniel Bahia Não eh gambiarra, te dao o ima e você cola no melhor lugar. Gatti, o ima do Quarq gruda ate em parede, pode ficar um pouquinho fora do recomendado que pega.

Henrique Ferreira Pires Discordo. Compramos quadro de carbono todo trabalhado, com acabamentos perfeitos, pecas usinadas e colocamos um durepox que fica sempre com rebarba, depois tira seu PM e olha como ta lá.

Luiz Gatti Daniel Bahia, semana que vem vou levar ele na oficina que mexe com SRAM. O imã é forte. Mas qualquer milimetro que mudo de posição já não lê direito ou não lê nada a potência. Em relação ao Niki, nessas provas acho que o PM não ajuda muito, exceto para analisar os dados pós prova, como bem disse o Hugo, já pra provas de Ironman, Maratona, etc, acho top. Nesse tipo de prova, principalmente o triatlo e provas de contra-relógio, acho fundamental, e em treino então nem se fala. No Cape a partir do terceiro dia, que foi lama pura, perdi os dados do PM e consegui seguir só com a frequência cardíaca e percepção de esforço numa boa.

Bruno Moterani Costa Reis Eu uso o Quarq e tenho o Qalvin instalado no meu celular. Consigo fazer todos os testes, inclusive fazer calibração. Lá você consegue ver direitinho se o imã está deixando escapar algum dos sensores

Luiz Gatti O teu imã vai grudado no quadro Bruno Reis? Ou é de rosca ou de copo?

Cassio Vallinotti Seus problemas acabaram! http://brimages.bikeboardmedia.netdna-c ... ../Cervelo...

Daniel Bahia Hahahahahahahahaha, Cassio Vallinotti, monstro!

Arthur Henrique Bossi Discussão muito interessante! Algumas opiniões: seja qual for o objetivo do ciclista, um powermeter vai agregar, e MUITO! Independente do tipo de treino que você costuma fazer, se segue planilha ou não, se corre mountain bike ou ciclismo. Se tiver alguém que analise de fato os arquivos, o benefício é indiscutível. Discordo que o SRM é o único que funciona pra MTB. Não entendi mesmo essa! De fato os livros de treinamento do Hunter Allen e do Joe Friel não devem ser encarados como referências dogmáticas. Certamente é necessário muita experiência prática e estudos em periódicos científicos que nos trazem os conhecimentos mais recentes. Mas inegavelmente são sujeitos com uma experiência absurda e que portanto, tem muito a acrescentar. Especialmente pro marinheiro de primeira viajem nesse campo de conhecimentos. Os caras ProTour às vezes não correm com powermeters. E o Cancellara também não utiliza em todas. Mas é importante lembrar que não tem a mínima condições de inferirmos nada a partir disso, afinal, não sabemos o que está por trás dos bastidores, patrocinadores, etc. E me desculpem a expressão. Mas se esses sujeitos tem a opção de escolha, e não usam, por mais que sejam pessoas fenomenais, assim como qualquer outro ser humano, também possuem algo de estúpido.

Gustavo Nahas Hugo Pradoneto, pq o PM da Power Tap não funciona para MTB?

Henrique Ferreira Pires Cassio Vallinotti isso em frame Cervelo com imã integrado? Se for a sacada dos caras e sensacional.

Daniel Bahia Xicra, sim, alem do quadro ser o mais leve de todos. Hugo, meu Quarq deu varios problemas, mas troquei a unidade por uma zero e funciona bem alinhado com o SRM mtb que tenho em outra bike.

Hugo Pradoneto Daniel Bahia, Henrique Ferreira Pires Gustavo Nahas e interessados. A dura realidade dos PM é que o slogan da SRM, TRUE TRAINING PRECISION e o que ele quer dizer, precisao de verdade. Qualquer outro PM nao tem a mesma precisao. O slogan e inclusive uma dica do motivo dos SRM´s serem tao caros comparados aos varios que tentaram replicar essa invencao alema datada antes de 1969. Fiz um curso na Suica com um dos cientistas que inventaram o SRM, ele foi inclusive o manager de Bernard Hinault e Greg Lemond naquele Tour que houve briga entre os dois pela lideranca da equipe. O nome desse cientista;manager das antigas maluco, porem extremamente inteligente nesse assunto e PAUL KOCHLI. Em 1969 essa foi o primeiro coach, manager e ou cientista que usou SRM no TOUR de FRANCE! Acredito ser dificil uma empresa que lanca um medidor em 2014 conseguir bater uma empresa no mercado a quase 50 anos!!!! Propaganda do produto que eu vendo, sim, enganosa, nao! Depois que a OCE deu um boom com atletas querendo esse tipo de treinamento comecei a ver a possibilidade de, digamos, aceitar outros medidores com o custo menor para aumentar o numero de atletas usando essa ferramente, mas as diversas falhas em todos os outros, exceto o SRM, me fez desistir da ideia. Possuo agora inumeros graficos que mostram a total infeficacia do GARMIN VECTOR. Na minha conta de cabeca aqui sao mais de 15 atletas da OCE que tentaram comprar o Garmin Vector porque era mais barato e simplesmente tomaram um prejuizo grande! Ao meu ver, todas as pessoas que comprar Garmin Vector deveriam mover uma acao legal contra a garmin, pois simplesmente ele nao tem nada de precisao, nao tem durabilidade no funcionamento, e nao le potencias acuradas! Estouu com problemas serios com atletas aonde eu simplesmente NAO consigo definir zonas de potencia ou fazer qualquer analise com o Garmin Vector. Gustavo, powertap e o unico medidor de potencia que eu tenho digamos, liberado na OCE para road porque apesar das dores de cabeca de sempre ter que usar a roda traseira e trocar bateria constantemente, ele tem um precisao suficiente para que o atleta com esse medidor tenha nosso servico prestado com todos os feedbaks possiveis atraves dos dados com esse medidor. Ja no MTB o problema dele que eu acho e que e muito dificil ter um medidor para MTB pela natureza do esporte, com manobras radicais e rocking the bike up and down! Muitas vezes as pessoas tentam criticar o SRM porque ele tem a chatisse de ter que enviar para centro de servico( no USA na italia ou na alemanha) para troca de bateria. Mas se vc comparar com o powertap e outros que se troca a bateria, o SRM e o unico que e blindado para as situacoes de MTB, como poeira, agua, lama, tempora, mergulhar a bike no rio etc. Daniel Bahia, seu Quarq nao deu problema porque voce ainda nao mergulhou ele atravessando ele em um rio igual o Xicara fez. por falar em xicara pergunta para ele se ele compraria um quarq para MTB novamente. Ele tentou 3 quarqs novos e todos deram pau!!!! Daniel, pelos dados que tenho de atletas com quarq esse medidor tambem nao tem TRUE PRECISION! Voce pode estar dando muita sorte com o seu de MTB coincidindo com o SRM mas a verdade nua e crua e que ele nao e confiavel nao e os numeros dele nao sao confiaveis tambem nao! Pior ainda Daniel, existem uma variabilidade grande entre quarqs, ate de road, que em alguns casos tem funcionado bem. mas tenho um atleta no Rio, ciclista de estrada que eu fiz ele trocar um powertap dele par ele ter 2 quarqs para ter a mesma leitura. A diferenca entre os 2 quarqs dele: 20-25 watts, entao toda vez que ele me envia arquivo ele tem que me falar com qual bike ele rodou. Moral da biblia que eu escrevi. Tem medidores de potencia e tem SRM. Se nao tem condicao financeira de ter um SRM melhor nao se arrriscar comprando outro. A unica excessao seria o powertap para road, mas ai se o atleta for ter na road e MTB o powertap ja toma bomba tambem. Pode anotar o que eu falei que e batata, se nao quer dor de cabeca nenhuma e SRM, TRUE TRAINING PRECISION. Estamos extremamente preocupados com nossos atletas comprando esses medidores mais baratos porque eles estao, no final, muitas vezes, jogando dinheiro no lixo. o SRM que eu te vendi Daniel, anota ai, ja foram 2 anos comigo, mais 1 com voce e dura mais quantos anos voce quiser. Estou doido para trocar meu SRM road da SRAM para ROTOR para ter tudo rotor, mas o negocio nao estraga, nao fica velho, nao descalibra. GERMAN HANDMADE SHIT vs fabricacao em larga escala americana! Facam suas escolhas!

Bruno Moterani Costa Reis Luiz Gatti, o meu central é de rosca, então vai dessa maneira.

Luiz Gatti Bruno Reis. Parece que o de rosca não dá tanto problema com o imã mesmo. Hugo Pradoneto, depois que meu quarq conheceu um rio ele parou de funcionar... Vou levar na autorizada SRAM e vamos ver no que dá. Em relação a troca de bateria do powertap, isso ocorre com as baterias nacionais... As de fora duram bastante. Se não resolver o problema no meu quarq vou partir pro SRM

Hugo Pradoneto Luiz Gatti passe seu Quarq para frente, peca reembolso e eu te vendo um SRM com o melhor preco mundial e se precisar dividio. Nao aguento mais ver gente sofrendo com isso! abcs

Bruno Moterani Costa Reis Não há o que discutir que o SRM é o melhor de todos. Isso é um fato. Agora, dizer que o Quarq e o Powertap, seja pra MTB ou Speed sejam ruins, é meio complicado. Já botei o Quarq para nadar várias vezes e nada. Já vi Powertap submerso e nada. Já vi ambos terem suas medições avaliadas naqueles rolos profissionais que tem potência (o nome me fugiu da cabeça agora) e as medições serem extremamente precisas, com exceção do Powertap acima de 500W, por conta da absorção de energia pela tensão elástica da corrente, que é uma deficiência sabida, mas que na avaliação pos-treino pode ser corrigida. Não falo nada dos outros por não conhecê-los. Dar pau, todos dão, inclusive SRM. Basta dar uma olhada na internet. Os que trocam bateria tem que ter um cuidado extra, para que sejm bem vedados.

Bruno Moterani Costa Reis Agora, o que importa mesmo é ir pedalar e dar raça! Pose ser até de Caloi 10

Arthur Henrique Bossi "Se nao tem condicao financeira de ter um SRM melhor nao se arrriscar comprando outro"???? Não concordo de jeito nenhum. Acredito sim que o SRM é o melhor de todos. E que depois vem o PowerTap. Mas dizer isso é negar todos os benefícios que citamos em relação a treinar com potência, seja qual for o objetivo do sujeito.

Flávio Maia Até mesmo porque a tônica do seu tópico foi essa desde o início, nas entrelinhas: não tão antigamente assim não havia nenhum tipo de aparelho e, pasme, os melhores tempos continuam com os "idosos". Aliás, nem muito conhecimento sobre periodização se tinha, o que foi compilado de forma incipiente pelo Tudor Bompa apenas dos anos 60... Das duas uma: ou os antigos eram mais evoluídos do que nós, o que não parece razoável, ou eram mais "casca grossa". Acho que eram mais casca grossa... Minha opinião, como ressaltei desde a primeira participação nesse tópico, é que não encaro nada na vida (não no ciclismo, na vida) como fórmula de bolo e verdade "verdadeira". Só isso.

Hugo Pradoneto Certo Bruno mas nenhum desses testes ao meu ver tem tanta validade comparado com ver em campo as coisas acontecerem por tanto tempo. Para mim teste de verdade e em campo e nao através de testes que a gente ve na internet realizado por outras pessoas em outras situações. Se no teste o quarq funcionou e correlacionou isso nao nos diz nada que ele seja reliable para todas as unidades por 1,2,3,4,5 anos que e o que o srm dura . Quarq tem funcionado all right no road, mtb não e isso nao me baseio em algum teste realizado e sim no geral do que estou observando. Poucos quarq de mtb estão durando. E ainda posso te garantir que srm e muito difícil
De dar pau, e ele nunca fica sem precisão. Se ele da pau ele para , nunca continua funcionando dando potências questionáveis. Uso desde 2000
O SRM. O meu 1o funciona
Até hj, esta com um atleta meu. Quarq esta apresentando problemas constantes na mtb pelo que eu tenho escutado.

Bruno Moterani Costa Reis Não estou falando de testes na internet. Estou falando de testes que EU fiz e de outros alunos do meu treinador que eu acompanhei. Minha avaliação, de seis em seis meses é feita dessa maneira e eu posso observar a variação do meu PM em todas elas e em todas é zero. Claro, tem lá o seu range de 3% de erro, dentro da faixa esperada. Meu PM também não descalibra, mas se descalibrar eu recalibro em casa. Continuo dizendo que o SRM é imbatível, mas que ele também está sujeito a dar problemas e dá, eventualmente.

Luiz Gatti Em relação ao quarq na MTB, ele nem aparece mais no site da quarq... Porque será não é mesmo?

Juliano Nunes SRM sempre… zero problemas… Sobre o Imã, na Epic nova ficou top, sem gambiarras

Henrique Ferreira Pires Monterani o quarq para MTB e uma bosta. Eu tive 3, tudo isso porque dava pau e ele me mandavam um novo. Isso em 4 meses de uso. O SRM nunca deu pau.
Já na speed o quarq ta funcionando a 2 anos perfeitamente.
Dizem que em junho a quarq vai lançar um novo PM para MTB, vamos ver...
Outro ponto importante e que se vc usa um modelo na speed vc tem que usar o mesmo da MTB.
Sobre a questão do teste discutida vou dar um exemplo. Fiz um teste de campo ano passado e o meu número deu muito bom, 387wts. Porém quando fomos fazer os tiros baseado no teste de campo não suportei fazer os 3 que estavam planejados e com isso tivemos que diminuir o range dos tiros. Ou seja o dia dia e muito mais importante que o teste, ele sozinho não vale nada.

Henrique Ferreira Pires Juliano Nunes posta foto de como vc colocou seu imã aí. To curioso que não foi gambiarra

Daniel Bahia To satisfeito com o debate do post. Vou salvar e colar em algum lugar.

Bruno Moterani Costa Reis Henrique Pires o teste que eu disse é de comparar a potência que o PM está marcando com a potencia que o stand está marcando, online. Mudando um pouco de foco, aproveitando o seu gancho, eu tenho uma dificuldade parecida com a sua. Se eu resolver fazer teste de campo em uma subida, depois fica impossível de conseguir replicar aquela potência no plano. Se fizer o contrário, fica fácil dar tiros na subida depois

Arthur Henrique Bossi Bruno Moterani e demais. Tem uma informação importante aqui que talvez alguns possam estar considerando como imprecisão dos powermeters. Já foi demonstrado que em um contrarrelógio de 20-min, os ciclistas produzem aproximadamente 5.4% a mais de potência média em percursos de subida em comparação a percursos planos (Nimmerichter et al., 2012: European Journal of Applied Physiology, 112(1), 69-78). E isso também já foi demonstrado em outros estudos para percursos mais curtos, subidas de alguns poucos minutos.

Juliano Nunes Henrique Ferreira Pires, vou tirar uma foto, mas te adianto, serviu certinho aquela peça plástica com ima (igual da Road) colado com dupla face 3M. Ficou perfeito , não me lembro porque não dava na Epic antiga, na antiga usei durepox tbm.

Bruno Moterani Costa Reis Arthur Henrique Bossi, não é imprecisão. É fato que consigo sustentar maiores potências em subida do que no plano. Talvez seja fisiológico, porque tem gente com maior facilidade no plano.

Arthur Henrique Bossi Eu acho que você não entendeu bem o que eu quis dizer. Eu falei justamente isso. As pesquisas corroboram o que você está sugerindo.

Flávio Maia Motera, lembra-se das discussões que ainda travava sobre treinamento esportivo no MTBBH? O pior dia de treino para mim era o de intervalado no plano, algo que me deixava literalmente desorientado, com vontade de vomitar e algumas vezes eu quebrei antes de encerrar o número de intervalos propostos. Isso não acontecia com intervalados de subida, que eram brutais também, mas não tão destruidores, numa simples percepção de intensidade. Veja: não estou discutindo aqui se eu conseguia ou não gerar a mesma potência, até mesmo porque na época usava monitor cardíaco. Mas os dois sendo de carga total, eu não me sentia tão destruído quanto nos intervalados de plano. Psicologicamente, eu já começava a resmungar antes mesmo de dar os "tiros"! hahahahahahahah Sério!

Henrique Ferreira Pires Se der chainsuck ele vai sair do ponto correto não vai?

Montera, eu não tenho essa dificuldade de manter a mesma potência em planos e subidas. O que tentei dizer e que o meu teste sai muito bom e na prática do dia a dia dos tiros mostrou que o número gerado não serve de parâmetro pra mim. Logo o teste sozinho não pode ser considerado como único ponto de referência pois seu treinador precisar ser competente o bastante para reavaliar seus parâmetros de potência mesmo que vc não faça os testes.
Outro exemplo, a minha dupla do Brasil ride faz uma média de 20 minutos no teste bem ruim, sempre fez. Mas em todas as provas ele anda do meu lado ou na frente. Então potência sem eficiência não te leva a bons resultados.

Juliano Nunes Henrique Ferreira Pires, repara que esta "atras" do BB e acima, acho difícil a corrente chegar ali , esta é a mesma posição da minha Road que em 3 anos não tive nenhum problema. Outra, chainsuck acontece na combinação de coroa gasta e/ou corrente gasta e com alguma lama, coisa que eu não deixo acontecer (ou faço o possível pra evitar ) além do mais, esta é uma Bike de treino, pode até acontecer algo, mas aí tbm faz parte, mas duvido nesta posição. Pensando ainda no Chainsuck, se a corrente subir "grudada" na coroa, tbm não deve pegar…eu acho!Agora se a corrente cair será pelo outro lado e não pega tbm… resumindo, acho que este é o melhor lugar...

Daniel Bahia Tchê, ficou bem posicionada. Eu também coloquei na parte de trás na Scale, mas acima do BB. Espero não ter problemas. Na Spark esta como o seu. Xicra, existem temas e temas, o problema da ferramenta Face é pesquisar futuramente. Foruns são menos interativos mas mais organizados, se a maioria não se opor vou fazer copias em alguns fóruns que participo, assim fica devidamente armazenado.
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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por Bahia »

Foto do imã bem posicionado no BB da Epic 2014 do Juliano Nunes, Tchê
Anexos
Ima no BB EPic tche.jpg
Ima no BB EPic tche.jpg (92.75 KiB) Exibido 10715 vezes
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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por XCOM »

Apesar de não ter "captado a mensagem do medidor" acredito que seja muito válido sim.
Tenho um comentário que acho ser relevante.
Encontrei 2 caras que andam forte, aí na volta falaram que iam me colocar p sobrar... Chupei a roda que foi uma beleza :lol: :rofl:
Meu garmin acabou a bateria ;)
Estavamos no plano bem rápido,mas, não tinha idéia da velocidade. Depois eu perguntei qual velocidade estavamos naquele trecho ( Américas) eles falaram: Ah 50 - 52 :-o .
Conclusão eu sinceramente acho que se visse que estava a 50 iria assustar e pensar que não aguentaria e seguraria a onda... Até pq na época estava rodando pouquíssimo
“... se você puder medir aquilo de que estiver falando e conseguir expressá-lo em números, você conhece alguma coisa sobre o assunto – mas quando você não pode expressá-lo em números seu conhecimento é pobre e insatisfatório...”
Lord Kelvin,físico inglês.

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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por Bahia »

http://watteam.com/technology/

Novo powermeter com preço baixo! Interessante, qualquer crank, até Clavícula! Interessante!
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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por JulianoMTB »

Bahia escreveu:http://watteam.com/technology/

Novo powermeter com preço baixo! Interessante, qualquer crank, até Clavícula! Interessante!

gostaria muito de acreditar em um Power meter (zero problema) = SRM a preço acessível

aqui continua sendo o SRM o top

galera ta testando Vector, Quarq, Garmim…. tudo tendo dor de cabeça ainda…seja com água ou com calibragem
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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por Luiz Eugênio »

Show o tópico Bahia , muito legal

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Re: Potência para atletas amadores

Mensagem por atorsoni »

è só aumentar os treinos.

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